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Que é legal porque é quase como me seguir de verdade.
Com a diferença de que é mais difícil eu te arrastar para o buraco comigo.
(Clique nesse coisa fofa e foi)
Guess Who's Back
- Lição 6
"Não é o que você esconde por dentro. O que você faz é o que te define."
- Batman Begins (2005) -
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- Lição 7
"Um sentimento tão forte não é destinado a durar"
- The Matrix Reloaded (2003) -
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- Lição 8
- Lição Final
"As coisas vão acontecendo de acordo com os acontecimentos."
Cláaassico da Sessão da Tarde, Negócio Arriscado mostra um garoto que fica sozinho em casa e decide aproveitar a vida. Foi o filme que lançou Tom Cruise nas telas direto para a imaginação da mulherada. E tem a famosa cena em que Tom aproveita sua nova liberdade dançando pela casa de cueca ao som de 'Old Time Rock and Roll' de Bob Seger. A cena já foi aproveitada várias vezes em várias paródias, sendo que uma das mais legais aconteceu na ultima temporada de Scrubs em um dos delírios de J.D.
O jogo Guitar Hero, que lá fora é um mega-fenômeno com vários programas em que celebridades mostram seu lado rocker, também utilizou a cena na sua genial campanha 'Liberte seu Rockstar Interior' onde uma celebridade aparece refazendo a cena com a guitarrinha controle do jogo. Em Guitar Hero - World Tour ficaram famosos os anúnios que aparecem Kobe Bryant, Tony Hawk e Michael Phelps:
E nesse outro com Heidi Klum, embora seja meio difícil lembrar sobre o que era o anúncio quando ele acaba:
Tudo isso para o lançamento do novo Guitar Hero: Metallica, que também segue a mesma linha: 
Essa nem precisa falar nada né? 'I'll Be There For You', dos The Rembrants, além de ser a cara da série, é a mais clássica abertura dos anos 90. Quem nunca acompanhou o clap clap clap? No vídeo um coral faz sua versão.
A música de Cheers, 'Where Everybody Knows Your Name' de Gary Portnoy, é quase um caso a parte. Além de ser linda tem tudo a ver com a série e a abertura dá o tom clássico.
A família mais desgraçada da história. O contraste da canção de Frank Sinatra, 'Love and Marriage', com as letras horriveis e o barulho de marreta na abertura dão a cara da coisa toda.
Em mais uma demonstração do domínio de referências dos criadores da série Big Bang Theory, a mais nova a entrar na lista, buscou uma música dos canadenses do Barenaked Ladies. A música original, 'History of Everything' é ainda maior e mais maluca, mas só o pedacinho da série já vale a viagem. O video mostra a banda tentando tocar a música, com certeza porque ficaram pedindo, mas desistindo no meio por não lembrar a letra.
O problema é a idéia errada. Se você vai assistir (sei lá o motivo, a vida é sua) 'Dia dos Namorados Macabro 3D', não pode sair reclamando se o filme for horrível. Quer dizer, sério? Mas um cara normal pode olhar para o cartaz de The Spirit (bacanão e dark), ver quem está envolvido (putz o cara do Sin City), ver que tem um monte de atrizes, aham, bem apessoadas (Scarleeeeet!) e acabar pensando se tratar de um programa legal, pelo menos um policial divertido, e com isso acabar entrando em uma fria. E das grandes. Spirit é um filme tão ruim que nem cabe aqui, nesse mero texto de blog, sua ruindade é transcendental. Poemas épicos teriam que ser escritos em louvor de trabalho tão genialmente medonho. É algo tão ruim que é até profissional. Um filme ruim amador é algo tipo Velozes e Furiosos 4 (Review grátis), é besta, é retardado, mas não compromete. Spirit leva a ruindade cinematográfica para outro patamar. Em primeiro lugar porque com os nomes envolvidos um erro desse nível demanda trabalho. Em segundo lugar porque o filme é tão desgraçado que se você sobrevive até o final é até capaz de você sair do cinema mudado, com um novo apreço pela vida do lado de fora. Tanto que algumas pessoas atingiam esse estado de Nirvana antes mesmo do fim. Nunca ví tanta gente saindo de uma sala de cinema. Nem mesmo em Irreversível, e vamos combinar, isso é dizer muito. Legal é a frase do pôster: 'Ele é algo de que o mundo precisa'. Você precisa dele tanto como de um tratamento de canal na alma (o que na verdade o filme chega quase a atingir). Só não é pior, em uma análise impossível, que Austrália porque tem uma hora a menos. Mas acho que precisava só de mais um pouquinho. Foram alguns dos 102 minutos perdidos mais miséraveis da minha vida, e isso vindo de alguém que já despediçou anos inteiros. Se algum dia, por chance do destino, meu caminho se cruzar com o de Frank Miller, ele vai me pagar. Eu juro que vai.
South Park, uma das séries mais engraçadas de todos os tempo, (para mim só perde para Seinfeld), fez mais uma vítima. Até demorou na verdade. Parece que eles só estavam dando tempo para a piada ser maior. Desse vez o alvo foi o ego descontrolado do rapper Kanye West. Em um episódio absurdamente hilário Kanye é alvo de uma pegadinha ridícula inventada pelo garoto comediante e deficiente físico Jimmy. É uma piada com o fato de 'fishsticks' soar como 'fish dicks'. Vai assim: Você gosta de fishsticks? Sim? Então você é um peixe gay!
Mais uma daquelas bandas idolatradas na Inglaterra, mas que ainda não emplacaram realmente no resto do mundo, especialmente nos EUA. Nada que uma baladona idiota não resolvesse, então também é crédito para a banda não ter seguido esse caminho, mas o tempo foi passando e a impressão que ficou do Kasabian é que 'Club Foot' foi mesmo um caso separado, uma daquelas músicas que uma banda não consegue repetir. Nessa caso especificamente parece que eles não estão nem mesmo interessados, indo cada vez mais para um estilo rock com eletrônica. Com data de lançamento marcada para 8 de Junho o terceiro álbum chamado (segura!) 'West Ryder Pauper Lunatic Asylum' será o primeiro da banda sem o guitarrista Chris Karloff, que saiu durante as gravações de 'Empire'. Deve ser a prova de fogo para a banda já que o cara aparentemente era o principal compositor.
Talvez sejam as caras engraçadas, ou os nomes idiotas, mas nunca pareceu que o The Horrors era uma banda para se levar muito a sério. Apesar do hype o primeiro disco Strange House era realmente bem legal e foi muito subestimado. Quando do nada a NME se derrete toda e chama o segundo disco de "a surpresa do ano" pode ser que o The Horros ainda tenha coisas para mostrar. Com estilo meio shoegaze Primary Colours sai no dia 4 de maio, ou a qualquer momento...
Cinema é a vida de Woody Allen, sem isso ele provavelmente cairia duro no chão. Nenhuma história é fraca o suficiente, nenhuma idéia passa batida. Desde os anos setenta ele lança quase um filme por ano. Os poucos anos em que ele não dirigiu um, são compensados pelos outros em que ele dirigiu dois ou três. Não só isso, ele escreve a maioria de seus roteiros e domina a técnica como poucos, atua e participa de várias outras produções e ainda sai tocando clarinete com bandas de jazz. Isso que ele tem 73 anos. Suas quedas são tão constantes quanto suas espantosas recuperações. De ano em ano algum crítico insatisfeito clama a volta de Woody Allen. Nos ultimos tempos o diretor foi dar uma passeio pela europa. Em sua primeira parada, na Inglaterra, fez um clássico, um filme divertido e um qualquer nota. Cansado do clima ruim e da comida pior foi para ensolarada Espanha e me saiu com esse Vicky Cristina Barcelona, uma comédia romântica deliciosa. Com uma atuação irrestível de Penelope Cruz um charmoso Javier Barden e com Scarlett Johansson, esse presente de deus para a humanidade, o filme é divertido, inteligente, bem escrito, até quando é falado em espanhol ('Habla Inglês María Elena!!' é clássica), e tem um final ousado bem digno de Woody. Esse ano ele volta para sua segunda paixão NY. Vamos ver até onde ele aguenta... 
O diretor David Fincher é tudo que Danny Boyle gostaria de ser e nunca será. Criado em meio a comerciais e videoclipes, apaixonado por literatura pop e quadrinhos, ele sabe exatamente o tom certo para colocar em seus filmes sem nunca forçar a barra. Se uma música do Pixies toca em uma cena, ela está ali por um motivo muito maior do que para parecer antenado. Sabe trabalhar com adptações e materiais originais e pode ir do visceral de Seven, ao rebelde ultra-moderno impactante de Clube da Luta para o clássico de Zodiaco, até ao lírico Benjamin Button. Tem total domínio de técnicas inovadoras, mas nem por um instante deixa isso tomar a linha de frente da história. Só no quesito efeitos especiais Benjamin Button foi revolucionário em vários aspectos, mas talvez assistindo ao filme você nem perceba que eles estavam lá. Sutileza é uma das palavras chaves no dicionário de um verdadeiro mestre e Fincher não tenta enganar sua platéia. Não pretende ser algo que não é. Com Benjamin Button ele claramente estava mirando em reconhecimento acadêmico por seu trabalho (Coisa pouca para quem já fez um dos melhores filmes de todos os tempos). A história épica do homem que rejuvenesce no mundo em que todo mundo morre não poderia ter sido contada por ninguém melhor. Calibrando o tom poético, inédito em seu trabalho, ele faz um filme sobre morte, perda e vazio que acaba por se tornar um filme sobre vida (na teoria). Com um punhado de cenas de beleza dolorosa e atuações magníficas, o resultado da sessão é definitivamente diferente para cada pessoa. Para mim foi triste, mortalmente triste...
Saiam da frente vermes e pseudo-cults é hora de mostar do que a terrível maquina dominadora de mentes do entretenimento yankee é capaz de produzir quando um mito assume controle total. Christopher Nolan pegou um personagem que já era capenga quando Tim Burton fez seu filme nos anos 80 girou tudo e criou uma obra inspiradora, moderna e revolucionária, uma aula de como se fazer cinema. Ah meu deus, mas é um filme do Batman! Pois fuck it. Nolan deixa de lado qualquer tipo de fidelidade mediocre açucarada e vai de Arthur Penn, Howard Hawks e Fogo Contra Fogo, tudo jogado em uma Gothan City alegórica devastada pela fúria caótica e homicida personificada pela interpretação histórica de Heath Ledger do Coringa. Quando luz e trevas se colidem em The Dark Knight as áreas cinzas resultantes trabalham com conceitos de justiça, vingança e caos com uma inteligência que você não espera em um filme desse tipo. O roteiro de Nolan e seu irmão Jonathan é, no mínimo, genial, colocando camadas e camadas de profundidade e elevando o suspense insuportável até o ponto em que você simplesmente desiste de tentar prever o próximo passo e, mesmo em um filme de herói, simplesmente passa acreditar na possibilidade de que todo mundo pode terminar morto e que qualquer coisa pode acontecer, o que, vamos falar a verdade, é muito, mas muito difícil de se fazer. A fotografia é brilhante e o trabalho com o IMAX é the way of the future. Na verdade não tem um aspecto técnico em que o filme seja menos que impecável. A edição nervosa e a direção de Nolan, que opta pelo estilo CG é para bundões, nunca esqueçe que tem uma platéia para agradar e ao mesmo tempo em que choca não apela em nenhum momento. Você não repara, mas embora pareça ser violentíssimo no filme não tem sangue, não tem fratura, não tem corpos queimados, nada. A idéia da maldade é muito mais assustadora do que ela própria? Pode apostar que sim. Não é a tôa que ele brigou tanto para manter o título original do filme assim. Um filme genial como esse, capaz de misturar arte e entretenimento como poucas vezes foram vistas, não é um Batman qualquer, é The Dark Knight. Perfeito.
Darren Aronofsky tem uma missão difícil na vida: fazer um filme ruim. É difícil errar quando você é um gênio (eu sei, eu já tentei). Não precisa nem mesmo ser muito ruim, somente o suficiente para mostrar que ele não veio de outro planeta e que consegue apontar uma câmera para alguma coisa e não transformar em uma obra-prima. Um filme sobre o 3,14 outro sobre drogas, mais um sobre vida eterna e nada, ele deve ter pensado: "Tudo bem, não vou escrever o próximo, vou pegar o roteiro desse cara aqui e fazer um filme sobre luta livre com o Mickey Rourke, esse vai ser péssimo". Tempos depois Rourke revive para o cinema, luta livra nunca pareceu tão bacana e O Lutador é mais um trabalho de gênio. Pobre Darren...
Novo baterista, novo disco, nova atitude. É o Placebo querendo dar uma de positivo no novo disco 'Battle fo The Sun', mais um a engrossar o caldo musical de 2009. Depois do fraquiiinho Meds de 2006 a banda precisava mesmo de uma mudança de atitude, que para o vocalista Brian Molko vem como uma escolha pela vida. A data de lançamento está marcada para o dia 8 de junho, mas você já pode entrar no site da banda, baixar o primeiro single, de mesmo nome do disco, totalmente for free. A a a música é legal, mas mas mas é meio travada e eu eu eu não vejo a tal tal tal mudança de direção... Entre em: http://www.placeboworld.co.uk/
Traumatizante... Baz Luhrman sempre surpreendendo. Eu achava que seria ruim, mas não me lembro de passar por desconforto tão grande com um filme. Talvez 'O Apanhador de Sonhos', mas nesse houveram circunstâncias atenuantes. Ele tem uns 15 minutos que são suportáveis. O resto, credo. É avião bombardeando, gente sumindo, crinças morrendo, vacas correndos, CG para todo lado, a cara de boneca inflável de Nicole Kidman tentando chorar e um tédio mortal... Sério o filme tem umas 3 horas e quando bateu 1:50 começou a me dar desespero. Quanto mais dramático o filme tentava ser, e ele tenta, mais nojo me dava. Qual o cúmulo do desinteressante? Austrália!

Gus Van Sant acertou a mão com Milk. O filme é comovente, interessante e até mesmo humorado. Com exceção de Diego Luna, que parece perdido e quase acaba com o filme, todo elenco está mais que perfeito. Destaque para Josh Brolin que deve ter feito um pacto com o demônio ou algo assim porque aprendeu do nada, não só a atuar, mas a atuar genialmente e com variedade e nos ultimos dois anos emplacou uma série de participações marcantes. A mistura de imagens de arquivo cairam bem e o roteiro de Dustin Lance Black é perfeito. Já Sean Penn é aquilo, sobra em cena e some na pele e nos trejeitos de Harvey Milk fazendo dele um personagem complexo e adorável. O problema é só que essa biografias filmadas resumem sempre a história a uma série de clichés e acabam saindo como uma coisa meio documental e repetida. Mais um filme em 2008 com cara de reciclagem. Não é fácil fazer 'O Aviador'.
Alguns filmes são elevados a categoria de clássicos sem realmente ter muita coisa que os coloquem como tal. Bem como grupos de pessoas sempre consideram alguns cineastas gênios pelos motivos errados e mesmo que eles não consigam manter uma obra coesa seus defensores se recusam a enchergar além da estética. Um exemplo clássico disso é Stanley Kubrick, o diretor basicão do unversitário querendo posar de entendido, que chuta essa opinião porque não entendeu '2001' e ouviu alguém dizer que 'Laranja Mecânica' é revolucionário sendo que nunca passou perto de 'Glória Feita de Sangue', 'O Grande Golpe' ou até mesmo 'Spartacus' ou 'Barry Lyndon'. Outro rei dos moderninhos é Tim Burton que tem uma carreira totalmente irregular, mas como sempre se preocupa com o aspecto visual até suas porcarias parecem trabalho pensado. Pior ainda é Danny Boyle. Dono de uma filmografia sem foco e sem estilo próprio. 'Ah! Mas no filme tal toca aquela banda x que eu adoro', chiam os antenados. E daí? Que virasse DJ então. Até porque como eu disse em um post ontem: indie rock é música pop na Inglaterra. Se ele fosse brasileiro provavemente iria colocar Calypso.
Coisa de inglês. Não sei se é o tempo chato ou a comida ruim, mas o povo daquela ilha se agarra com algumas coisas que não dá para entender. Claro que rock para eles é música pop então talvez isso explique porque bandas como o 'Kings of Leon' de repente viram gênios por lá. Nos ultimos anos poucas bandas novas causaram tanta devoção quanto o The Enemy, pelo menos lá, já que no resto do mundo os moleques são solenemente ignorados. Fazem o tipo de rock que agrada a massa britânica: rock de classe trabalhadora, com refrões grudentos e sem frescura. Chupam diretamente da fonte de Oasis (Que devem ser deuses para os caras) com toques de Kasabian e Manic Street Preachers, mas claro tudo muito na picaretagem. Mas é verdade que a banda é nova e se o vocalista aprender a escrever umas letras menos ridículas eles melhoram já uns 70%. Com o nada sutil nome de 'Music For The People' o segundo album do The Enemy sai dia 27 de Abril e como o primeiro disco da banda 'We'll Live and Die in These Towns' chegou ao primeiro lugar e vendeu horrores a espectativa para o novo lançamento está nas alturas. O primeiro single até que é legal.
Um velho rabugento resolve cumprir uma antiga promessa e voar com sua casa amarrada em balões até um lugar exótico e misterioso. Seu nome é Carl Fredricksen e mesmo que Up, o próximo filme da Pixar, ainda não tenha saido, ele já é um dos personagens animados mais geniais de todos os tempos. Não concorda? Prrrrrrrrrrrr!!
Pense uma Björk sem os chiliques, ou uma Feist mais erudita com toques de Fiona Apple menos pop ou... Ah, deixa para lá. Bat fo Lashes é o nome de guerra de Natasha Khan, de pai paquistanês e mãe inglesa, cantora e multi-instumentista que lança seu segundo e inspiradíssimo segundo álbum Two Suns no dia 6 de Abril, claro que hoje isso não significa muita coisa. A começar pela belíssima capa (fala sério!) Two Suns consegue uma proeza que escapa a maioria das cantoras do gênero: é bonito e suportável. Em 11 faixas Natasha consegue equilibrar momentos que parecem ter saído de um disco do Eurythmics, como no primeiro single 'Daniel' com outros de um lirismo digno de uma dessas Enyas da vida, sem a chatisse, claro, como na primeira faixa, a linda e surpreendente 'Glass'. A qualidade mais marcante de Bat for Lashes, além dela ser uma gracinha, é que ela não berra como é normal nesse tipo de cantoras femininas de lingua inglesa, mesmo quando ela sobe o tom das música ela o faz com suavidade. Destaque também para a produção que vai do dance ao indie em instantes e que é limpa e sem exageros. Não é um disco muito recomendado para se ouvir em transito, muito das bases da músicas vão se perder no barulho, mas em casa, com calma, é uma ótima pedida. Ah! Legal que ela também sempre faz clipes bacanas...
Se você entra aqui com frequência (Tem doido para tudo né?) deve saber que o Maxïmo Park é uma das bandas queridinhas da casa. Já foi mais de uma vez que eu fiz propaganda aqui e recomendei o grupo que sabe ser pop e inteligente e não tem medo de evoluir aos poucos. Agora eles anuciaram a data certinha de seu terceiro disco que, graças ao pai, mudou de nome: Quicken The Heart sai dia 11 de maio no UK e o primeiro single, 'Wraithlike', está disponivel para download grátis no site official da banda: http://maximopark.com/
Com um EP e um disco de estréia fantásticos (o melhor de 2006) o Silversun Pickups, uma banda ainda relativamente desconhecida, se tornou para mim uma das mais legais da década e está para lançar seu novo trabalho. Swoon sai dia 14 de abril no mundo real, então deve estar pronto para ser roubado qualquer dia desses. Enquanto esperamos já dá para ouvir o primeiro single Panic Switch na página deles do MySpace.
Uma banda pouco conhecida aqui no Brasil o Decemberists é daquelas que tem uma base de fãs solida e insuportável. Daquelas que cosuma-se dizer: 'a banda é boa seus fãs que são uma desgraça'; como Los Hermanos ou Weezer. Ancorada na figura de seu líder, o cantor e multi-instrumentista Colin Meloy, lançam agora seu quinto álbum, o segundo por uma grande gravadora. The Hazards of Love é também o mais complicado. Como estilo próprio as músicas do Decemberists tendem a contar pequenas histórias e seus discos costuman ter um tema que meio serve de guia para as canções e para o linguajar que as letras de Meloy utilizam. Já em sua estréia mainstream, o ótimo 'The Crane Wife', a banda apostou em utilizar uma história só e construir o disco em torno dela (No caso um antigo conto Japonês sobre um homem que se casa com um pássaro... na verdade não é bem isso, mas você pegou a idéia). A diferença aqui é que eles repetiram a base, mas mudaram a realização. The Hazards of Love é sobre uma mulher, Margaret e sua jornada em busca de seu amado amado, enfrentando uma espécie de lobisomem, uma rainha da floresta, um homem sem moral, abuso, seqüestro e até sua morte (Existe essa de estragar fim de disco? Bom já era...). Se em 'Crane Wife', mesmo com o tema central, a banda faz músicas independentes, aqui tudo se junta em uma só mega-cancão, como se realmente fosse uma historinha mesmo, com cantores adicionais fazendo outros personagens e tudo. Acaba ficando meio cansativo e o disco acaba perdendo um pouco da vocação pop. A sorte é que o culto não é exatamente a tôa. O Decemberists é mesmo fenomenal e entrega um disco melodicamente impecável. E se você não conhece a banda saiba que eles vão de hard-rock Black Sabbath para folclore celta para canção de estádio para baladas sentimentais com uma desenvoltura impressionante. Parece realmente difícl ouvir o disco inteiro sempre, que tem quase uma hora, mas algumas das músicas como 'Hazards of Love 2' (tem 4), 'Isn't It a Lovely Night' e 'Annan Water' seguram a onda sozinhas mesmo com a introdução estranha. E os pontos altos, como a sequência crescente no final, fazem tudo valer a pena. Uma grande banda para se descobrir, só talvez não seja o melhor disco para começar.
Desolation Row é possivelmente minha canção favorita de Bob Dylan, talvez porque seja uma das poucas que eu consigo tocar. Ela é a última do disco 'Highway 61 Revisited' de 1965, para mim, o melhor disco de Dylan, não só porquê simplesmente todas as músicas são fantásticas e tem um tom acusador mais forte, mas também pelo apelo histórico, já que foi nesse disco que Dylan deu uma virada drástica no som seu som o que o fez ser considerado por muitos como traidor da pureza do folk, devido ao uso de guitarras elétricas e de ter sido gravado com o apoio de uma banda de rock (E tem 'Like a Rolling Stone', então chupa ‘Blonde on Blonde’). Desolation Row, um épico de quase 12 minutos, curiosamente, é a única música do disco a não apresentar guitarras, como se colidisse direto com o que ele tinha produzido nas 8 faixas anteriores. Na letra gigantesca Ezra Pound, T.S. Eliot, Casanova, Romeu, Cinderela e dezenas de outros personagens históricos, literários e mitológicos fora de seus tempos se encontram interagem e se afundam em mágoas e tristezas nessa tal rua. A letra, totalmente surreal, diz-se ter sido inspirada por episódio ocorrido na cidade natal de Dylan quando um grupo de artistas circenses negros foi linchado por ter sido acusado de estuprar uma garota local e embora os que sobreviveram tenham sido presos, eles nunca foram condenados pelo tal estupro. Mas a letra da canção é de tal forma complexa que dificilmente duas pessoas vão imaginar se tratar da mesma coisa. Isso é um pouco do que pode ser dito sobre a música.
Antes de mais nada é bom lembrar que aqui no Brasil...
O que o clássico Cheap Trick, os herois dos anos 90 Smashing Pumpkins, o pop 'weezerístico' Fountains of Wayne e aqueles moleques do Hanson tem em comum? Nada! Ou pelo menos era o que parecia, porque o o baterista Bun E. Carlos, o guitarrista James Iha, o baixista Adam Schlesinger e crescidinho Taylor Hanson acabam de se juntar em mais um daqueles supergrupos do rock. Tinted Windows é o nome da banda e pop chiclete é o seu negócio. Já tem disco marcado para sair em 21 de abril e antes a obrigatória benção no programa do David Letterman. O primeiro single 'Kind of a Girl' já está na net e tem uma pegada altamente pop com o James Iha dando uma entrada no meio para enfeitar. É esquisito, mas é grudeeeento...
O vício é uma coisa triste... A série/culto/fenômeno Lost está meiando sua quinta temporada e mesmo com uma certa queda de audiência continua firme nos USA. O problema de Lost é que se você não acompanhou todos os episódios, de preferência mais de uma vez, você simplesmente boia. Assim se você acompanhou você já não entende... Mas depois de uma terceira temporada fraca e de uma quarta redentora a quinta está simplesmente imperdível! E se você acha que tudo ia ficar mais simples para o final as questões de viagens no tempo só deixaram tudo mais confuso. Pelo menos é o que parece na superfície. Mas você perceber e relacionar, as coisas, mais do que nunca, começam a se encaixar. Ben e Widmore rivais; Lock, o lázaro, o viajante do tempo, se confirma cada vez mais como o grande ponto de referência (alguém aí reparou nos dedos do pé dele?); e Faraday e Desmond; a bomba e os tripulantes do vôo 316? E minha teoria da quebra do ciclo eterno vai se confirmando huhuhu. Agora veja minha situação, eu, grande defensor do termino de tudo que é bom, tenho até medo de pensar que série só terá mais um ano de duração aiai... Mas é esse gostinho amargo que dá o melhor tempero para a vida não é?
O Veils surgiu na Inglaterra naquela onda das bandas com 'The' nome, fizeram um disco bacana com um música que chegou até a passar na Mtv Brasil ('The Tide That Left and Never Came Back'). De repente o vocalista Finn Andrews chutou a banda toda voltou para sua terra natal a Austrália e recrutou toda uma nova formação. O resultado foi o inesperadamente fantástico 'Nux Vomica' de 2006, um disco bacana com nomes de músicas melhores ainda, tipo 'Jesus for the Jugular', mas que ninguém ouviu. Sun Gangs é o novo lançamento dessa banda estranha e não posso negar que eu acabei bastante decepcionado. Deixando de lado a veia pop a banda embarca numa onda tristonha, o que você não espera de um disco chamado Sun Gangs, quero dizer, se o sol é triste eu nunca tinha reparado, talvez seja se você morre de câncer de pele enfim... E até começa bem as três primeiras faixas boas especialmente 'Sit Down By Fire' e tem alguns momentos bons mais para frente como 'The House She Lived In', mas em algum momento do disco a coisa desanda. Em 'Killed By The Boom' Finn parece tentar copiar o jeito de cantar de Jack White o que não uma boa idéia porque o próprio não sabe cantar (o que não atrapalha o próprio, mas ele é o Jack White pô!) e conforme o disco passa tudo fica com uma cara meio Jeff Buckley com gripe. O estilo pausado do vocalista vai enchendo a paciência e quando ele tenta encaixar um épico de 9 minutos na penultima faixa você simplesmente não está mais interessado. Uma pena. Algumas das músicas se salvam se vocês ouvir separadamente, mas como disco Sun Gangs é fraco. Talves esteja na hora de montar outra banda de novo?
Uma bobagem sem tamanho os prêmios da sempre deslumbrada NME. Os vencedores: Banda Inglesa? Oasis. Show? Muse. Solo? Pete Doherty. Banda internacional? Killers. Disco? Kings of Leon. Oasis melhor banda? Fiquei chocado! Não esperava! Sério nada contra nenhum desses, tá bem tirando o tal do Doherty que é um verme inútil, mas parece que eles nem estão tentando mais. Esse negócio de voto do povo não presta. Pior de tudo foi melhor banda nova para MGMT e ainda deram o de pior disco para o Jonas Brothers. Puro preconceito, o disco dos Jonas é bem melhor que o do MGMT. O que é verdade não quer dizer muita coisa. A única coisa minimamente válida foi a primeira apresenção do renascido Blur tocando This Is a Low. Aliás o Oasis não foi para buscar o prêmio, seria vergonha? Hehe...
O que você faz quando está em uma banda com mais 30 anos de estrada, tem 11 álbuns de estúdio, um dos shows mais empolgantes da terra e é referência de estilo para umas 7 em cada 10 bandas que tentam a sorte no mainstream? É fácil: qualquer coisa. Em seu décimo segundo disco o U2, definitivamente umas das poucas a ocupar o seleto panteão de mega-bandas da história, não está em sua fase mais criativa, mas no posto de banda líder da geração do ultimo século. A posição é de conforto para Bono e cia. Já fizeram os seus melhores e seu pior disco e cada um dos membros da banda, admirávelmente com a mesma formação desde o início, já se tornou um ícone por sí só. Além disso provaram que puderam se reerguer depois de um fracasso retumbante. E mais impressionante ainda, conseguem isso fazendo mais ou menos a mesma coisa. 'No Line on The Horizon' pode ser visto por alguns críticos como longo, lento e repetitivo, e, de certa forma, eles não estariam errados. Mas com um olhar por outra luz ele pode se mostrar um disco bonito, introspectivo e um dos mais ousados do grupo. Talvez, como diz o próprio título, a linha que divide as coisas só existe se você quiser enxergar assim. De qualquer maneira esse com certeza compete pelo posto de disco com menos singles fáceis da banda. As canções mais 'clássico U2' são longas e cheias de espaços, a ótima sequência 'Magnificent', 'Moment of Surrender' por exemplo, e as mais agitadas são meio estranhas ('Get On Your Boots' pode ser tudo menos uma canção pop grudenta). Alguns temas retornam em algumas das músicas o que dá uma coesão interessante na obra que mostra uma banda não satisfeita em se tornar um pastiche eterno de sí mesma como 'How To Dismantle...' levava a crer. Os erros que podem dar uma irritada, como uma seriedade exagerada e certa sonolência, decorrem de tentativa de mudança o que é sempre desculpável. Obviamente que todo aquele papo sobre pegada mais crua e guitarras Jack White era tudo bobagem, o U2 é uma das poucas bandas que sabem sempre como incorporar o que o são mesmo quando navegam por outras praias. Alguns podem chamar de clichê outros de estilo, mas é possível chegar a um nível onde isso não importe mais. Nas palavras de Gabriel o Pensador: 'Seja você mesmo (mas não seja sempre o mesmo)'. Essa a diferença que entre os que conseguem e os que não. E é por isso que nenhuma dessas bandas novas vai conseguir o posto de 'novo U2'.
- Mais um recorde para o governo Lula! 'Nuncantesnessepaiz' houveram tantas contratações temporarias para cargos de confiança. Com o grande salto nos ultimos 5 anos o governo está contabilizando mais de 82 mil contratados sem concurso. O crescimento das contratações no ano passado foi justificado pelo governo, principalmente, pela " emergência ambiental".
As vezes eu sento para escrever sobre um disco e por mais que eu escute eu não encontro muito que valha a pena dizer. O novo disco do Rakes é um desses. Se comparar com os dois outros lançamentos da banda ele está quase para o primeiro, e talvez seja até melhor porque não tem as duas músicas chatas no meio. Mas os pontos altos não são tão contagiantes. Tirando isso o disco é aquele rock de riffs típicos dos anos 00 (com uma ou outra firulinha como um piano), embalados pelas letras contemplativas e vocal entediado de Alan Donohoe. É mais ou menos isso. Klang é rápido e legal, especialmente se você está em falta de um disco bacana do gênero nesse começo de ano, com certeza vai agradar os fãs da banda especialmente os que ficaram meio desapontados com 'Ten New Messages', mas não vai passar disso. Diversão descompromissada, o que nunca matou ninguém.
Maaaas acho que a idéia (cazalzinho meio modernoso) não é tão nova assim. Veja algumas capas que eu lembrei que tem alguma coisa a ver:
My Chemical Romance - Three Cheers For Sweet Revenge
Snow Patrol - Eyes Open
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Alguns discos são perfeitos para sentar e relaxar. Puxar uma cadeira, encostar na varanda, sentir a brisa e esquecer dos problemas. O novo disco do Prodigy não é um desses. Aqui o clima é de batalha. Evoca poluição, cinza, graffiti, noite, sombra, ecstasy e rave. É música urbana no ultimo nível. Desde que revolucionou o sistema e uniu a eletrônica com punk de uma maneira nunca antes imaginada com 'Music For The Jilted Generation' e o seminal 'The Fat of The Land' já se vão longos 12 anos (Nem parece né? Você está velho) e para o Prodigy isso foi ontem. Nesse meio tempo eles lançaram um disco sim, mas a mente criadora, o Dj, músico e produtor Liam Howllet, quis lançar um disco sem os dois vocalistas figuraças Keith Flint e Maxim Reality, diz ele que para recuperar a alma da banda. Eu acho que foi tudo velho ego ferido já que apesar dele fazer quase tudo Keith e Maxim, obviamente, roubam todas as atenções. O resultado foi um disco legal, mas sem graça que, pelo menos, deixou Liam com a sensação de que ainda tinha algo para provar. E isso ele consegue fácil. Em 'Invaders Must Die' o Prodigy traz toda a urgência de 'Fat of The Land', embalada pelo retorno dos dois vocalistas e temperada pela criatividade de Liam com um arsenal totalmente renovado de truques. O resultado não poderia ser mais satisfatório. Desde a abertura, que já deixa claro o retorno triunfal afirmando 'We Are The Prodigy', passando pela dupla pancada 'Omen' e 'Thunder' até chegar ao ápice com 'Take Me to the Hospital' que já abre alas para a guitarra marcante e a bateria do convidado especial Dave Grohl em 'Run With the Wolves'. O rock segue em 'World's on Fire' e desaba em um final totalmente inesperado em 'Stand Up'. Aliás esse é o grande segredo de Howlett e do Prodigy nesse disco: apesar da eletrônica a banda nunca faz o que você espera e as viradas são surpreendentes. Todas as 11 faixas são ótimas e pedem 'pelamordedeus' para serem trilha sonora de filme. Aliás , outro ponto forte foi o fato das músicas terem sido ligeiramente encurtadas somente duas chegam aos 5 minutos tirando aquela impressão chata de repetição excessiva e dando um certo ar mais pop. Não é música para todos os gostos, mas se você curte vai ser a trilha sonora do seu ano.
Nesse ultimo fim de semana tive a oportunidade de conferir o relançamento do ultimo filme do Batman na nova sala de projeção IMAX em São Paulo. Devo dizer a vocês que o negócio é realmente impressionante. A tela gigante é mais ou menos quatro vezes uma tela de projeção normal de cadeias grandes de cinema e o som é simplesmente fantástico. Vale cada centavo gasto desde que você possa pagar uma meia entrada hehe... A obra prima de Chistopher Nolan te envolve completamente e a escala grandiosa do filme fica ainda mais absurda. Em um tempo em que as pessoas se voltam cada vez mais para filmes piratas de qualidade porca e versão roubadas dos cinemas para assistir em computadores mediocres a experiência em IMAX é realmente para aqueles que amam a sétima a arte e entendem que lugar de filme é no cinema. Claro que nesse caso estamos falando de filmes pipoca, mas mesmo assim. A versão paulista ainda é uma versão meio restrita do que seria uma verdadeira sala IMAX, mas é compreensivel dado a situação monetária da maioria da população (o que não impediu que todas as sessões para o filme no fim de semana tivessem seus ingressos esgotados com antecedência). É um pouco mais apertada e a tela poderia ficar um pouco mais afastada. Outro problema é que assistir ao um filme desses no Brasil exige um certo esforço do público porque como a grande maioria das pessoas, mesmo muitas das que dominam o inglês, precisam de legendas, você acaba sendo forçado a ficar girando o pescoço pela tela já que a legenda (que é até mais centralizada) fica fora de onde está acontecendo a ação. Mas se quer saber isso são detalhes insignificantes quando você se sente próximo de ser engolido pela loucura do Coringa enquanto sente as vibrações dos tiros pelo chão da sala.
É interessante entender porquê 'O Cavaleiro das Trevas' foi tão revolucionario nesse aspecto. A tecnologia IMAX (que vem de Image Maximum) tem várias ramificações. Um filme 'normal' de IMAX (basicamente documentários) é filmado com câmeras especiais que são pouquissímas e muito caras, mais caro ainda é o rolo de filme que além de maior tem de ser utilizado em quantidade superior. Para o funcionamento um cinema IMAX ser possível foram necessários avanços tecnologicos absurdos nessa área de captação de imagem e projeção, mas é tudo muito técnico e não vale apena entrar em detalhes aqui. Normalmente quando um filme pipoca é exibido em IMAX são apenas versões de filmes gravados normalmente e depois convertidos para IMAX em um processo que só popularizou em 2002. Filmes entretenimento IMAX são normalmente só alguns curtas específicos. Pois indo totalmente contra a onda da over-digitalização e lutando com todas essas dificuldades Chistoper Nolan resolveu filmar algumas sequências específicas do filme (só as mais grandiosas) com a tecnologia de captura IMAX, algo que nunca tinha sido feito antes. Essas sequências já causam uma impressão forte normalmente, mas quando assitidas em poder máximo no cinema IMAX aí sim você percebe a diferença. A tela perde o widescreen e utiliza o todo o espaço e a sensação que passa, por exemplo, em uma visão panorâmica da cidade é que você vai despencar no meio de Gothan City. Uma vitória no Oscar seria a consagração de uma idéia ousada e brilhantemente executada pela a equipe de Nolan, afinal, filmar especificamente para um sistema de tão alta resolução e com um tamanho gigante exige que toda marcação de cena seja repensada para que se mantenha o foco de atenção nos lugares certos. Mesmo que não vença, a idéia já agradou vários cineastas que pretendem utilizar a tecnologia em seus próximos lançamentos, caso do (horrível) diretor Michael Bay que filmou três cenas em IMAX para o próximo Transformers. Só lembrando que tudo isso é bem recente e que essa tecnologia não para de evoluir, a sala de SP é apenas a primeira do país que, como sempre, está meio atrasado o México, por exemplo, já tem uma dezena de salas e outras abrindo. No final do ano James Cameron (sempre ele) ainda vai tentar levar as coisas para um outro nível com Avatar que será exibido em IMAX 3D. Quer saber? O futuro vai ser bem legal.
(Clique e veja o trailer. É legal vá!)
Só para confirmar o que eu tinha comentado no post dos discos de 2009 o Green Day confirmou sou novo disco para maio. Possivemente dia 15, mais que é em maio está certo. E o disco já tem nome, vai se chamar '21st Century Breakdown'. O vocalista Billie Joe disse que depois do sucesso estrondoso de 'American Idiot' (de 2004), que já havia marcado uma virada e uma grande evolução para a banda, eles sentiram que poderiam fazer um disco mais voltado para as raízes, mas que ao invés disso decidiram tentar ir ainda mais longe e tentar ousar ainda mais. O álbum deve ter por volta de 15 faixas divididas em três atos 'Heroes and Cons', 'Charlatans and Saints' e 'Horseshoes and Handgrenades', o som leva influências de Beatles, Dylan e Springsteen e além de um certo clima religioso será mais power pop, ao invés de punk rock. Se dá para fazer isso vamos descobrir em maio.
Então, ontem foi a entrega dos prêmios Grammy. Nada de muito novo no front. O disco de Robert Plant e Alisson Krauss (que eu nem gosto muito) ganhou vários prêmios, o Coldplay ganhou melhor rock , Radiohead melhor alternativo, Lil Wayne os de Rap e como no Grammy tem mais sub-categorias do que a Hebe tem primaveras sobrou prêmio até para Kings of Leon e Mars Volta. No mais, o que chamou atenção foram várias apresentações bacanas como Paul McCartney com Dave Grohl, U2, Radiohead, Coldplay com Jay Z, e uma com uns trezentos rappers. Ah! Eu nunca gostei muito da Gwyneth Paltrow, mas depois da apresentção que ela fez para o Radiohead sou obrigado a voltar atrás e reconhecer que talvez ela não seja assim tão ruim.
"Deslumbrante", "maravilhoso", "espetacular", "melhor do ano", esses foram alguns dos modestos adjetivos que o novo disco do 'Animal Collective' tem recebido. Eu particularmente desconfio da maioria das coisas pelas quais 'Pitchfork' se derrete toda (teve nota 9.6), e na verdade é até engraçado porque quando escuto um disco desses eu sei exatamente o que esperar: algo que se assemelha vagamente com música e que faria Stephen Malkmus se sacudir de enjôo e Liam Gallagher ter recaídas hooliganescas. E, olha só, é exatamente o que você vai encontrar aqui. As 11 faixas de 'Meriweather Post Pavilion' seguem mais ou menos o mesmo padrão de construção, com camadas e camadas de barulhinhos que, se me permitem a viagem, formam uma parede de estrelas sonoras, algo como pequenas luzes brilhando no escuro. Mas não se anime com a idéia 'bunitinha'. O disco seria algo como a trilha sonora perfeita para uma pancada na cabeça. O inconformado pode bater o pé e criticar essa análise simplista, mas é a vida. Mas veja não é que o disco seja ruim demais, em certo nível a coisa toda é interessante, é simplesmente muito chato. E olha que eu não posso dizer que gosto de música 'fácil'. Eu não duvido que a maioria dos críticos que se deixaram levar pela onda não conseguem murmurar meia música (eu não lembro e olha que ouvi bastante) e possívelmente não vão colocá-lo nem perto do player. A essa altura devem estar ouvindo Franz Ferdinand e não vêem a hora de colocarem as mãos no novo do U2. Existe uma certa padronização da crítica que me incomoda demais e uma certa de tendência nas análises que meio força uma visão sobre as coisas. Como se o fato da banda fazer um som chamado 'experimental' fosse atestado de qualidade. A banda tocou no Planeta Terra do ano passado e o que houve de gente defendendo a apresentação dizendo que a banda não estava em um dia inspirado, mas ainda assim foi muito boa. Agora, a banda vem lá da Baltimore para tocar um dia aqui e não estava inspirada? E o que dizer de uma banda que em nove anos lançou 8 discos, sendo vários muito bem avaliados (em comparação esse seria um pouco mais melodioso), e não conseguiu emplacar uma música? A capa do disco é bem representativa disso tudo. Tem uma ilusão de ótica baseada em uma trabalho de um artista japonês e eu lí coisas como: a capa é a perfeita representação do som da banda, onde quer que você foque ela escapa de sua visão e escorre por sua vista tornando impossível manter a imagens na sua mente. Pode ser. É legal, mas é também babaca e horrível. E impossível de se manter na memória.
Tenho certeza que você já ouviu 'Misirlou' e sua clássica guitarra surf music. Os mais perdidos devem lembrar do sample que o Black Eyed Peas usou em 'Pump It' (O que vocês estão fazendo aqui?),os mais esportistas recordam que ela foi usada nas Olimpíadas de Atenas em 2004, os mais cinéfilos vão lembrar da abertura de 'Pulp Fiction', os mais gagás de um versão do Beach Boys e os mais pseudo-cults vão saber que todas essas foram tiradas da versão de 1962 do conhecido 'rei da guitarra surf' Dick Dale e sua 'Misirlou Twist'. Pois agora o mais legal (prepare seu coração) sabia que essa música é, na verdade, uma grande clássico grego que vem lá de 1925 por aí? Então, o nome da música significa algo como 'Mulher Egípcia', mas na verdade especificamente muçulmana já que a palavra para cristã é outra. Como a versão original da música tem letra, ela conta a história de um amor inter-racial e inter-religioso, coisa meio tabu do inferno na época. A música, que era inicialmente uma dança grega, rodou pelos países do mediterrâneo, sendo que vários deles tomam a música como sua, e virou todo tipo de coisa, até dança do ventre, e chegou até a ganhar uma letra em inglês antes de ser transformada em sua famosa versão guitarra. E daí? Você me pergunta. Ora, agora que sabe disso você pode viver mais feliz e próspero! Só não saia contando isso por aí porque corre o risco de passar por chato (eu não tenho mais como evitar).
Lição 2 -
Ainda sobre o assunto do ataque histérico do Batman (veja no post de baixo), mais gente está homenageando a coisa toda. Agora foi a banda de Los Angeles 'The Mae Shi'. O legal é que eles fizeram uma música de verdade. E não é realmente impressinante a velocidade com que o pessoal consegue trabalhar quando quer? O som se chama 'RU Professional?'e o pior é que muito bom, explorando mais o lado new rave da banda. No blog deles onde colocaram a música eles disseram que o filme será o melhor de todos os tempos e que com certeza seu esforço será recompensado pois Bale vencerá todos os Oscars por sua performance até mesmo os de animação e de efeitos especiais. E você achando que essa história já tinha ido longe demais...
Wilco - Final do Ano
Jarvis Cocker - Era para ter saido no ano passado então...
U2 - (No Line On The Horizon) - 27 de Fevereiro
Muse - Setembro
My Chemical Romance - Segundo Semestre
Green Day - Previsão para abril/maio
Eminem - (Relapse) - Já atrasado previsão para o segundo trimestre
Yeah Yeah Yeahs - (It's Blitz) - 19 de Abril
The Prodigy - (Invaders Must Die) - 23 de Fevereiro
Bestie Boys (Tadlock Glasses) - Fim do Segundo Trimestre
PJ Harvey - (A Woman A Man Walked By) - 30 de Março
Los Hermanos - Se sair mesmo só no segundo semestre
Maxïmo Park - (Rollerdisco of Love) - Segundo Trimestre
Coldplay - Só no fim do ano
Arctic Monkeys - Segundo Semestre
Foals - Segundo Semestre
Silversun Pickups (Swoon) - 14 de Abril
Klaxons - Ultimo Trimestre
Biffy Clyro - Segundo Semestre
Kasabian - Abril
The Strokes
Revolutionary Road ( A versão nacional se chama 'Foi Apenas Um Sonho', um nome tão nada a ver que vou ignorá-lo) é a adaptação cinematográfica do romance de mesmo nome escrito por Richard Yates (Não confundir com o Willian Yeats, poeta irlandês. A diferença é o 'e' um pouquinho para lá e um monte de talento!). O filme foi alardeado por ser a reunião do par de Titanic, Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, e é dirigido por Sam Mendes, marido de Kate e diretor de Beleza Americana. O filme aliás tem algumas semelhanças superficiais com o enredo de Beleza Americana. Família de um subúrbio americano (ao contrario daqui, morar no subúrbio nos EUA não significa ser pobre) se vê presa a um destino que não escolheu. As diferenças mais básicas, e importantes para a história, são a data, o filme se passa em 1955, e o fato de que os protagonistas, o casal Wheeler, obviamente não servem um para o outro. Em Beleza Americana o protagonista Lester Burnhan, ao sentir que com o passar do anos perdeu o contato com a vida e com ele mesmo, consegue se redescobrir ao abraçar um novo estilo de vida e um sonho proibido. Em Revolutionary Road o que está em risco é justamente o sonho. O sonho de que a vida poderia ser melhor do que ela é. O casal preso no chamado “vazio sem esperança”, cada um com suas espectativas frustradas de si próprio, inconformado com sua existência mediana (mesmo que sejam vistos pelos vizinhos como 'casal modelo') e com sua incompatibilidade, se entrega a falsidade, traições, brigas e deposita toda a esperança em uma viagem só de ida para Paris. Sam Mendes e o excelente roteiro não se entregam ao tatibitate exageradamente dramático e a fotografia sufocante só reforça a idéia de que o cerco se aperta sobre os personagens e que eles logo terão que encarar a realidade. O filme tem todo um aspecto meio teatral e é levado totalmente pelas interpretações magistrais de Kate e Leo e do elenco de apoio que inclui uma amiga, a sempre fabulosa Kathy Bates (mais uma de Titanic) e seu filho, o fantático Michael Shannon, como um homem 'que não está bem', mas que enxerga além da máscara do mundo e do casal. Todos são extremamente competentes, mas Michael Shannon e mais ainda Kate Winslet roubam a cena. O café da manhã, mais para o final, é especialmente marcante. Revolutionary Road é uma visão sobre uma vida que fez uma curva errada. Sobre um erro de uma decisão, um rompimento, uma traição ou uma mentira. Todas as coisas que levam cada um de nós mais perto do vazio sem esperança.
Lição 1 -
O Rakes veio na segunda leva do indie anos 2000 junto com o Bloc Party e o Kaiser Chiefs. Chamou atenção por um som com uma pegada mais punk em contraste com o vocal meio dorminhoco de Alan Donohoe e letras sobre o dia-a-dia londrino com um certo humor escondido (A banda tem uma música chamada When Tom Cruise Cries). No segundo disco os caras entraram com uma pegada mais soft que não agradou todo mundo e agora voltam para lançar o disco três. 'Klang' foi gravado na alemanha e deve ter um pouco mais a ver com o primeiro disco do que com o segundo. O disco sai lá fora dia 16 de março o que significa que não está muito longe de cair na rede.
Tem algumas coisas que são complicadas. Analisar um disco novo de um artista que você obviamente gosta é meio difícil. Veja o Morrissey por exemplo, esse é o nono disco de uma carreira solo de mais de vinte anos de um cara que já era gênio antes. Então vou tentar manter o exagero no menor nível possível. Years of Refusal é simplesmente o melhor disco solo do Morrissey e já de cara um dos melhores do ano (Hmmmm... Acho que não deu). Esse deslumbre vem do fato de que o velho Moz encontrou sua veia pop perdida e enche o novo disco de hits e músicas que você não vai cansar de ouvir. Ele pode até não ser tudo isso vá, mas é tão legal que é essa impressão que ele vai deixar. E nem é só isso. As letras afiadas de Morrissey atingem novo patamar (além de que ele é um dos poucos que conseguem cantar qualquer baboseira sentimental sem ficar piegas demais) e já te jogam no chão logo na primeira faixa 'Something Squeezing My Skull' onde as guitarras pop encobrem a história sobre se manter anestesiado para suportar as mazelas do dia a dia. Logo na sequência ele já emenda uma letra sobre encontrar sua mãe morta na beira do rio e deitar ao seu lado. A letra é tão boa que nem dá para separar um pedaço, só ouvindo inteira. E isso que a parte boa ainda nem começou. 'I'm Trowing My Arms Around Paris' é um hino de amor não só a cidade do título, mas a qualquer lugar que receba pessoas de fora tão bem. Entre outras músicas que já vem sendo trabalhadas a quase um ano estão as conhecidas 'All You Need is Me' e 'That's How People Grow Up' que levantam álbum dando uma cara de disco cheio de singles. Você acaba vendo que todas as músicas são boas e que dá para ouvir do começo ao fim sem enjoar. 2009 começa com um disco grandioso, divertido, sensível, desesperador e imprecindível. Morrissey é o cara!
A carreira de Jim Carrey depois do sucesso segue um certo padrão: ele faz uma comédia brincalhona tenta um papel sério e depois se veste de alguma coisa ou dubla pelo menos. Já tendo dado mais uma volta chegou a hora de Jim retornar a palhaçada. Sim Senhor é bem simples: Homem negativo decide dizer sim a todas oportunidades que se apresentam e passa a viver de maneira diferente. Tudo desculpa para Carrey desfilar sou grande estoque de caretas e sua grande habilidade em comédia física. E nisso ele ainda é insuperável. Sua maneira de correr, falar e até de levar uma pancada já são engraçadas por si só. O filme tem boas tiradas e coadjuvantes engraçados e embora pareça ser uma releitura de 'O Mentiroso' não chega a ser tão legal. O diretor Peyton Reed do insuportável 'Abaixo ao Amor' e do engraçado 'Separados pelo Casamento' segue um tom mais leve aqui, o que faz com que o filme não seja hilariante, mas seja bem gostoso de assistir. Ajuda se você tiver uma gorda no cinema que senta atrás de você e que tem uma risada mais engraçada que o próprio filme, mas enfim... Ah! e Jim vai estrelar a seguir um trapaceiro gay e depois vários personagens em 'Um Conto de Natal'. Viu só?
- Portishead - Third
- Tv On The Radio - Dear Science



- Brian Wilson - That Lucky Old Sun
- Stephen Malkmus & The Jicks - Real Emotional Trash
- King of Leon - Only By The Night
-Friendly Fires - Friendly Fires
- Coldplay - Viva La Vida
Peraí, peraí, peraí!!! Onde nós estamos? Que mundo é esse? QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO AQUI?? Em uma tentativa, aparentemente bem sucedida pois ouvi dizer que está vendendo bem, de conquistar novos leitores o famoso nipo-cartunista brasileiro, Maurício de Souza, lançou uma nova revista com seus personagens crescidinhos. Monica, Cebolinha, Cascão e Magali agora tem visuais mornetes tendência e histórias em estilo mangá, em preto e branco e com leitura ao contrário e tudo, num movimento claramente apelativo, mas business is business.
O problema é que seguindo a massacrante onda do polítcamente correto os personagens ficaram mega babacas: Cascão toma banho... É eu sei. O antigo sonho de criador, que sofre de sindrome de Spielberg e tem desejos incontroláveis de avacalhar com sua criação, finalmente foi possível. Além disso Cebolinha (Agora chamado Cebola, é mais cool) não troca as letras, a Mônica emagreceu e ficou mais feminina etc... Se a infância dessa criançada fosse levada em conta Cebolinha, de tanto apanhar de mulher, seria dark-gothic-emo com sérias dúvidas sobre sua sexualidade, Cascão já teria morrido com alguma doença, Magali teria obesidade mórbida e Mônica, de tão traumatizada, seria bulimica/anoréxica e num desses paradoxos psicoanalíticos seria sub-masoquista. Isso sim ia fazer sucesso! Para terminar, na ultima edição rolou um beijo entre a Mônica e o Cebolinha, coisa leve claro, mas que realmente matou uma parte da criança que morava mim. Sei lá porquê eu achei isso tão estranho, deve ter sido alguma memória inocente de infância sendo contaminada. É Acho que nesse mundo não dá para confiar em nada mesmo...
O diretor de 'Beleza Americana', Sam Mendes, coloca a suburbia americana mais uma vez em cheque e reunindo, pela primeira vez, o par romantico de Titanic. Mas em 'Revolutionary Road' as coisas não andam tão bem assim para Jack e Rose que vão mostrar de uma vez por todas que aquele frio oceanico fez bem em acabar com a história de amor. É a tristeza de uma vida ordinária estrangulando a todos, tema com o qual eu particularmente me identifico, meio que um 'Ghost World' menos indie. Sam não ainda não conseguiu se equiparar ao seu primeiro e clássico filme, mas ele também nunca fez nada que não valesse a pena assistir.
Darren Arofsky é mito. Decidido a provar que pode passar uma carreira sem fazer nada menor que sublime (Mas nem por isso ele vai dexar de tentar com 'Robocop'. Ouch!) o diretor do complexo 'Pi', do controvérso 'Réquiem para um Sonho' e do maravilhoso 'The Fountain' (pago pau mesmo, chupa!) traz Mickey Rourke em um papel que ele nasceu e se destruiu para interpretar. O campeão Randy 'Ram' Robinson é forçado a se aposentar depois que de sofrer um ataque cardíaco. Impedido de continuar nos ringues, já que se lutar e voltar a acontecer ele morre (putz!), Ram ia tentar viver uma vida normal até que aparece a chance de uma revanche com seu arquiinimigo o Aiatolá! Uhhhhhhhhhh! Claro que tem mais por trás, mas nem precisava. Emocionante é pouco.
Se você só for assisitir um filme esse ano assista esse. Se você já viu um (Eu espero que sim, você sabe qual...) assista em janeiro e dê por encerrado o ano que vem. É David Fincher, de 'Clube da Luta', com Brad Pitt e Cate Blanchett em um filme baseado em conto de F.Scott 'fucking' Fitzgerald sobre um homem que rejuvenece ao invés de envelhecer. Quer mais o quê filho? Não têm como ser ruim. Não têm como ser menos que espetacular. Falo sem ver. Quer apostar?